
"- Pode um homem continuar a ser valente se tiver medo? - ouviu sua voz dizer, uma voz pequena e distante.
E a voz de seu pai lhe respondeu.
- Essa é a única maneira de um homem ser valente."

"Não vai adiantar nada eles encostarem suas cabeças no chão e pedirem 'Volte para cá, querida!' Vou simplesmente olhar para cima e dizer 'Então quem sou eu? Primeiro me digam; aí, se eu gostar de ser essa pessoa, eu subo; se não, fico aqui embaixo até ser alguma outra pessoa'... Mas, ai, ai!" exclamou Alice numa súbita explosão de lágrimas, "queria muito que encostassem a cabeça no chão! Estou tão cansada de ficar assim sozinha aqui!"



"Dispenso uma vida rotulada, humores instáveis, amor de hora marcada. Nego reviver o passado e ter maturidade quando quero colo. Discordo viver sobre desculpas e amordaçar minha tolerância. Não esfolo meu valor com o descaso. Não podo minhas asas. Não oscilo de opinião. Adorno meus medos, dores são segredos; prefiro expor o que tenho de bom. Não sou de faces, mas tenho fases. Não invento personalidade, nem crio situações. Que me achem fria; que me julguem estranha. Que se afastem os que confundirem autenticidade com estupidez. Sou o que quebra e não cola; o que brota mas também desfolha. A intensidade de uma ocasião. Perfeita, ou não."